PESQUISA E SOCIEDADE

Objetivo do grupo formado na Câmara Legislativa é incentivar avanços em economia digital e desenvolvimento tecnológico no Distrito Federal

Deputada Doutora Jane, presidente da frente parlamentar, e reitora Márcia Abrahão, durante evento na CLDF. Foto: Beto Monteiro/Ascom GRE

 

A reitora Márcia Abrahão esteve na sessão solene de lançamento da Frente Parlamentar para Economia Digital e Desenvolvimento Tecnológico do Distrito Federal, realizada na Câmara Legislativa do DF (CLDF), na sexta-feira (30). A Frente Parlamentar, presidida pela deputada Doutora Jane (MDB), propõe viabilizar o avanço tecnológico, o desenvolvimento e a popularização da economia digital no DF, criar oportunidades de trabalho no setor e estimular a difusão da ciência, da tecnologia e da pesquisa.

Márcia Abrahão ressaltou a importância do trabalho do Parque Científico e Tecnológico (PCTec) da UnB em estreitar os laços com as empresas, com a academia e também com a sociedade. Ela frisou também a necessidade de uma educação sólida para o avanço do desenvolvimento científico e tecnológico no DF e reforçou o compromisso da UnB, como a maior universidade da região, com o tema. O diretor do PCTec, Carlos Gurgel, também esteve na cerimônia.

O papel de fomento que a Fundação de Apoio à Pesquisa do DF tem para o sistema de ciência e tecnologia local foi destaque na fala da reitora. “A FAPDF é fundamental para conseguiremos ampliar o investimento em ciência e tecnologia e inovação. Nós precisamos de uma fundação cada vez mais fortalecida. Estivemos com o governador Ibaneis e conversamos sobre a necessidade de mais recursos”, mencionou.

Diretor-presidente da FAPDF, Marco Antônio Costa endossou as ponderações da reitora Márcia Abrahão. “Precisamos defender e lutar pela ampliação dos recursos. Em um passado muito recente, tivemos, em outros lugares do Brasil, essa ameaça de redução do montante de recursos das fundações de amparo à pesquisa”, alertou.

A ideia é que o aumento do orçamento venha acompanhado pela reestruturação da Fundação, com concurso público. Os ajustes dependem de aprovação da Câmara Legislativa. Atualmente, a FAPDF conta 50 trabalhadores.

Costa destacou que a missão da fundação é fomentar e possibilitar que a ciência se desenvolva no DF. Ele lembrou que foram feitas ações incisivas, a exemplo da publicação de editais direcionados para parceiros, como a UnB. O diretor-presidente argumentou pela reestruturação da FAPDF e pela importância de um corpo técnico competente e eficiente. “A fundação é um dos braços importantes da Frente Parlamentar para o fornecimento de informações e entendimento das demandas.”

A deputada Doutora Jane defendeu a relevância da Frente para o DF. “Vai ser um instrumento para que a gente possa capitanear diversos eventos e diversas iniciativas a fim de, realmente, consolidar e fazer uma reformulação desse arcabouço legal, que vai dar sustentação e confiabilidade ao nosso sistema e tranquilidade para que as pessoas possam fazer investimentos e empreender”, afirmou.

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