GESTÃO 2016/2020

Diretor Araken Werneck traça panorama e planos para o quadriênio

 

Para abordar os desafios e as perspectivas de diferentes unidades acadêmicas e administrativas, a Secretaria de Comunicação entrevista gestores da Universidade de Brasília. O diretor da Faculdade de Ceilândia (FCE), Araken Werneck, fala sobre o planejamento do campus para os próximos anos.

Foto: Luis Gustavo Prado / Secom UnB

 

Quais os desafios da Faculdade de Ceilândia?


Nosso maior desafio é a construção do prédio Unidade de Pesquisa (UEP). Até onde temos informação, o projeto executivo já foi feito. O edifício não será exclusivamente para pesquisa. Será para ensino e extensão também. Hoje ocupamos um espaço do Centro de Ensino Médio nº 4 (CEM 4), em Ceilândia Sul. Toda a área que utilizamos lá será transferida para a UEP. Haverá parque completo de Fisioterapia e Terapia Ocupacional tanto para treinamento de estudantes quanto para pesquisa desenvolvida com a comunidade. Nossos estudos em Fisioterapia envolvem, principalmente, pessoas com deficiência e a terceira idade. Muitas pesquisas que hoje são feitas no CEM 4, em situação um pouco difícil, aqui terão opção de se desenvolver melhor.


Quais são as perspectivas para a gestão central da Universidade até 2020?


A gente espera mais agilidade. Tudo que ficou paralisado tem de andar. Nosso principal gargalo é a dificuldade de execução das compras. Se compramos com dificuldade, perdemos dinheiro, pois precisamos devolver para a União.


E o que devemos esperar do campus de Ceilândia para este quadriênio?


Temos seis cursos bem avaliados pelo Ministério da Educação (MEC) e que prestam benefícios diretos para a comunidade: Farmácia, Enfermagem, Terapia Ocupacional, Fisioterapia, Saúde Coletiva e Fonoaudiologia. Nossa principal meta é devolver para a sociedade um profissional capacitado e qualificado. Como atuamos junto com a rede de saúde local, postos de saúde e hospitais, conseguimos ter grande parceria com a população. Isso tem melhorado a relação entre UnB e comunidade. O campus de Ceilândia é campeão de projetos de extensão. Pretendemos melhorar a divulgação dessas ações. Além disso, temos pesquisas de ponta e um parque laboratorial muito bom.


Como o corte de orçamento da UnB previsto para este ano irá impactar a FCE?


Se conseguirmos executar o que planejamos de gasto, já está de bom tamanho. Infelizmente, estamos com muita coisa parada ou devolvida porque não foi executada. Seria ótimo se tivéssemos um aumento de verba, mas, se não conseguimos executar o que temos, isso é quase irrelevante.

 

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