OPINIÃO

Roberta Cantarela é coordenadora dos Direitos da Mulher (Codim) da Diretoria da Diversidade (DIV) do Decanato de Assuntos Comunitários (DAC). Professora de Português como Segunda Língua (PSL) no Departamento de Linguística, Português e Línguas Clássicas (LIP) e docente do Programa de Pós-Graduação em Literatura do Instituto de Letras (IL), da Universidade de Brasília (UnB).

Roberta Cantarela

 

Hoje, dia 08/03, comemoramos o Dia Internacional da Mulher. Para celebrarmos esta data de luta e resistência, organizamos uma agenda coletiva e unificada de atividades com o tema Mulheres no contexto da Pandemia: elas fazem a diferença.


Em meio à pandemia, o papel desempenhado pelas mulheres ficou mais evidente nas ações dentro e fora da UnB. Acadêmicas, gestoras, professoras, técnicas, servidoras terceirizadas, todas trabalhando por uma universidade ativa e para todos. Nosso evento quer prestigiar essas mulheres que lutam na academia, na sua comunidade e em casa.


Com esse intuito, construímos uma agenda coletiva, para comemorar o Dia Internacional da Mulher, organizada pela Coordenação do Direito da Mulher (Codim/DIV/DAC) com a participação de grupos de pesquisas, coletivos, institutos e outros parceiros como o Instituto Federal de Brasília (IFB). Essa agenda unificada, prova que a luta não é solitária, mas coletiva, é de todas nós.


As comemorações começaram no dia 1º de março e se estenderão por todo mês. Neste dia 08/03 temos a mesa-redonda com o mesmo título do evento: Mulheres no contexto da Pandemia: elas fazem a diferença. Essa mesa traz a marca das mulheres nas gestões administrativas na universidade e seus contextos. Duas reitoras e uma representante do DCE farão um diálogo sobre suas vivências como mulheres em meio à pandemia da covid-19.


Também nesta segunda o Departamento de Matemática abre o II Seminário Mulheres na Ciência da UnB, com a presença de renomadas cientistas brasileiras em webinários e mesas-redondas, além de uma roda de conversas sobre projetos que visam incentivar a participação das mulheres na ciência.


A programação da semana ainda conta com mesas-redondas com o tema Assédio na UnB: como devo proceder? e Ensino e trabalho remoto – uma questão de gênero? Rodas de conversas sobre a Pandemia, saúde das mulheres e feminicídio e Mulheres e o feminino nas comunidades tradicionais de terreiro e Roda de escuta Ser mãe na Universidade de Brasília: direitos e avanços impossíveis?.


Na sexta, dia 12/03, para fechar a semana teremos a conferência com a antropóloga e professora da UnB Débora Diniz, com o título A importância do feminismo na universidade. Professora Débora Diniz é pesquisadora na área da bioética, feminismo, direitos humanos e saúde, conhecida internacionalmente pelo seu trabalho.


As noites serão iluminadas pela Mostra 8M, organizada pela UnBTV em homenagem ao Dia Internacional da Mulher e assim, foram selecionados filmes, entre curtas e longas-metragens, dirigidos por mulheres e com temáticas relacionadas às vivências femininas.


Na parte artística haverá a apresentação da mesa Maternagens: Estéticas Paridas que trará exposição de artistas mulheres do DF e entorno no dia 11/03. E flauta, cavaquinho, pandeiro e violão 7 cordas completam a agenda da semana com Sarau com o Regional Fulanitas.


Na segunda quinzena de março teremos mais atividades de reflexão sobre o Dia Internacional da Mulher, com mesas-redondas, cine-debate, apresentação de projetos nas áreas artísticas e culturais e a continuação do II Seminário Mulheres na Ciência da UnB.


Participem dos eventos da agenda 8M e lembre-se quem faz a UnB é a gente!

 

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